O governo da Bolívia afirmou que deseja realizar parceria com o Brasil, mais precisamente com a Eletrobrás, para aproveitar o potencial hidrelétrico do país que, hoje, está em torno de, aproximadamente, 1% do total, estimado em 40 gigwatts.
Acreditam que a parceria como Brasil será essencial devido a dois fatores: (1) a experiência brasileira com o Peru, com o qual há projeto de construção de cinco usinas hidrelétricas e (2) ao fato de “parte desse potencial estar situado na fronteira com o Brasil”, o que obriga a considerar os brasileiros automaticamente.
Segundo afirmação do vice-ministro de “Eletricidade e Energias Alternativas da Bolívia”, Roberto Peredo Echazú, a produção deve destinar-se ao mercado interno boliviano, já que o país carece de fornecimento e, embora se imagine que seria compartilhada com os brasileiros, estes não necessitam de fornecimento energético, já que nada importam para o seu consumo interno.
Analistas têm ressaltado que uma das estratégias essenciais para os bolivarianos é a criação de uma malha energética na América do Sul como forma de garantir as suas inserções na globalização da cadeia produtiva, fazendo a integração regional sob a sua influência

Twitter
Digg
Del.icio.us
Slashdot
Yahoo
Blogmarks
Technorati
Spurl
Googlize this
Blinklist
Facebook